sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Teste de quociente de beleza

Hoje recebi um e-mail sobre um promoção da revista Veja que me chamou a atenção, não pelo preço ou algo do tipo, mas pela capa da revista que ilustrava a propaganda, que dizia, em letras grandes: O QI da Beleza. Muito curiosa que sou, fui ao site da revista para ver como era o tal teste desse QI, encontrei ele bem aqui. Resolvi fazer para ver o que dava e surpresa: nas três seções - genética, auto imagem e hábitos e estilo - eu recebi o mesmo resultado, não tenho uma boa aparência! E pior que isso, a seção genética me disse que só com plástica posso resolver. Mas espera aí! Como assim? Em nenhum momento desse teste eu enviei um foto minha ou algo do tipo, como esse tal cirurgião plástico Robert Tornambe e seu teste podem me dizer que preciso de um plástica quando respondi claramente em uma das questões que "estou feliz com minha aparência"? E tem mais, o que mede a beleza? Quando o que é belo para mim não é para você e vice-versa? Que tipo de beleza é essa desse teste? Beleza imposta, beleza de mídia, de top model, de campanha da Victoria's Secret? Estou farta dessa beleza falsificada! Do que me adiantaria fazer uma plástica, ficar bem para o mundo e não ser mais eu, e não ficar bem para mim? Me lembro muito bem, de uma das melhores coisas que meu namorado já me disse, na minha opinião: Foi na minha formatura, eu passei o dia todo no salão, já que havia ganhado isso de presente da minha tia, fiz unhas, cabelo, sobrancelha e maquiagem. Lá fui eu, de salto e vestido social. Confesso que estava me sentindo meio estranha, fora de mim, mas não disse nada. Quase no fim da festa, quando perguntei sobre minha aparência ele me olhou por um tempo, achei que prestando atenção, mas agora repenso esta hipótese, e acredito que ele estivesse pensando em uma maneira de me dizer, foi quando falou: "Você não precisa de tudo isso para ser linda!". Agora eu fico pensando, em que se baseia esse teste? Em aumentar a clientela do Dr. Tornambe?

sábado, 15 de janeiro de 2011

Aqui é assim.

Moro em uma cidade pequena, no interior do Paraná. Não significa que eu não entenda o que acontece neste vídeo que segue. Eu peguei o link dele no Blog do Tsavkko - The Angry Brazilian. Acho que o vídeo em si já diz tudo. Mas não explica o fato.



terça-feira, 4 de janeiro de 2011

"Não sei...

...para quê falar tudo o que pensa! Vai mudar o mundo de que jeito?"

Eu sei que tudo o que a minha mãe me disse durante essa discussão é verdade. Excepto por esta parte. Eu sempre quis ser uma pessoa diferente, não diferente de mim, nem de um jeito ruim. Mas diferente dos outros, diferente de uma maneira positiva. Esta frase ecoou por minha cabeça o dia todo, e ainda ecoa. Eu sempre tive, ainda tenho, e talvez sempre terei, esperanças de este mundo ser melhor. E acredito que se um dia eu as perder. Perderei também a razão de estar viva.

sábado, 1 de janeiro de 2011

Eu não quero...

...que você vá embora.
Não para sempre...
Não! Jamais!

Mas também não quero que fique agora.
Sei que não entende,
nem eu mais...

O que acontece é que quanto mais
eu me esforço para te fazer
me amar,
mais te dou motivos para
me odiar.